[ARTIGO] Um fevereiro bicolor para corpo e mente: cuidados das doenças crônicas

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No mês de fevereiro o Brasil realiza duas campanhas: a de cor laranja e a de cor roxa. São duas cores que carregam as lutas de quem convive com doenças crônicas e raras como a Fibromialgia, a Lúpus e a de Alzheimer, que representam a cor roxa, e a Hemofilia, que representa a cor laranja. Em suas bandeiras temos o compartilhamento do mesmo objetivo: conscientizar a sociedade para a solidariedade, a empatia e o combate ao preconceito com os pacientes e suas famílias, além de promover a inclusão desse público à direitos e cuidados necessários.
Um dos maiores objetivos das campanhas é conscientizar as pessoas sobre as condições físicas e psicológicas dos e pacientes e familiares que convivem com essas doenças e precisam ter apoio médico e da sociedade para lidar com todas as dores, situações adversas e efeitos colaterais que carregam das doenças. A saúde mental dos pacientes com doenças crônicas é uma área importante para se discutir e abordar, pois, essas condições têm impacto e influência significativos na vida e condição clínica dos indivíduos. Muitas doenças crônicas podem causar, ou terem sintomas agravados por alterações emocionais, cognitivas e comportamentais. Essas condições requerem cuidados contínuos e podem levar a sintomas físicos incapacitantes, limitações nas atividades diárias e impacto na qualidade de vida.
Depressão, ansiedade, estresse e dificuldades relacionadas à autoestima podem estar relacionados, e serem deflagrados, pela carga emocional e física associada à doença, bem como pela dificuldade de lidar com o diagnóstico, tratamento contínuo e restrições impostas pela condição crônica. É importante que os profissionais de saúde reconheçam a importância da saúde mental e estejam preparados para ajudar os pacientes a enfrentarem os desafios emocionais que acompanham essas condições. Isso envolve acompanhamento multidisciplinar e com participação efetiva de profissionais especializados em saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras, além de fornecer atendimento humanizado e práticas de educação em saúde para auxílio na conscientização da adesão aos tratamentos e maior qualidade de vida.

Sarah Rocha
Psicóloga
Coordenadora do Curso de Psicologia da Faculdade Uninta Fortaleza
[email protected]

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